terça-feira, 15 de março de 2016
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
O nosso S.Valentim
Este
ano para comemorar o S. Valentim – 14 fevereiro - decidimos criar uma
semana de reflexão sobre o amor. Desafiamos as crianças e jovens que frequentam
os grupos de apoio ao estudo a pensarem e partilharem o que achavam do sentimento
que dizem que faz sentir borboletas na barriga. Resultaram frases muito doces, inspiradoras
e sinceras do que para eles significa realmente gostar de alguém, estar
apaixonado ou mesmo comemorar o Dia dos Namorados. Deste trabalho resultou uma
tela decorativa que será exposta no CAFAP para que sempre que desejarem possam
ler as suas inspirações e as dos outros meninos.
A
capacidade de gerir adaptativamente o mundo interno é uma valiosa competência
que medeia as mais diversas áreas de vida, pelo que, consideramos fundamental
ajudar diariamente pais e filhos a falarem sobre os sentimentos e a partilharem
as emoções. Neste trabalho com as famílias propomo-nos a contribuir para a promoção do ajustamento
psicológico das suas crianças e jovens.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Dia Europeu da Vítima de Crime
No dia 22 de Fevereiro assinalou-se o Dia Europeu da Vítima de Crime,
instituído pelo Victim Support Europe,
que reúne serviços de apoio à vítima de 26 países europeus, para recordar os
direitos de quem é vítima de crime.
Assinalando
o Dia Europeu da Vítima de Crime, a APAV apresenta uma nova campanha de
sensibilização.
A Linha de Apoio à Vítima (LAV) da APAV –
116 006 – corresponde ao número de
apoio à vítima europeu e é um serviço de atendimento telefónico, gratuito e
confidencial, adequado às necessidades de cada vítima de crime e/ou violência,
que trabalha numa rede de parcerias com as entidades judiciárias e policiais,
possibilitando um encaminhamento rápido do caso da vítima para as entidades
competentes.
O
projeto pretendeu criar, a nível nacional, um sistema integrado que permita uma
triagem eficaz e uma resposta ajustada às necessidades das vítimas de crime e
de violência, bem como aos seus familiares e amigos. A introdução do número
europeu de apoio a vítimas de crime em Portugal, através da Linha de Apoio à
Vítima da APAV, surge como um objetivo há muito ambicionado e pretende
contribuir para o caminho da padronização do apoio à vítima na Europa,
possibilitando o alargamento do apoio às vítimas de crime, independentemente da
sua localização na União Europeia.
A campanha de sensibilização parte do mote “A violência esconde-se no silêncio” com o objetivo de promover a Linha de Apoio à Vítima.
A campanha de sensibilização parte do mote “A violência esconde-se no silêncio” com o objetivo de promover a Linha de Apoio à Vítima.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
O Carnaval está a chegar!!
O Carnaval está a
chegar. Este ano dê asas à criatividade. Há disfarces caseiros - do mais giro -
sem grandes complicações, que com tempo, podem fazer em casa com a ajuda das
crianças, para ocupar uma destas tardes cinzentas.
Deixamos em baixo
algumas ideias bem originais. Grande parte são
peças de roupa normais, que as crianças usam no dia a dia. No caso das
raparigas, camisolas às riscas, pretas ou brancas e uma saia tutu, com um ou
outro acessório específico, dão para criar uma série de disfarces!!
Ou seja, para além de
serem disfarces bem giros também são uma máscara muito mais barata! Um 2 em 1
perfeito para os tempos que correm!
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
A experiência de ser pai ou mãe!
Ser mãe ou pai é uma
dádiva...
da
vida para com o adulto;
do
adulto para consigo próprio;
do adulto para com outro(s) adulto(s);
do adulto para com a criança que nasce e que
vai crescer;
do
adulto para com outras crianças;
do
adulto para com a sociedade.
A dádiva implica
saber dar e saber receber...
Tarefas
que têm tanto de gostoso como de difícil!
Em
ambos os casos temos que descentrar-nos de nós próprios,
seja
para saber o que pode agradar ou ser útil ao Outro, seja para
aceitar
e usufruir daquilo que ele nos dá.
Ser mãe ou pai é uma
descoberta permanente...
Porque
a parentalidade não é instintiva;
Porque
nunca se é mãe ou pai da mesma forma com os
diferentes
filhos nem com o mesmo filho durante todo o seu
processo
de crescimento;
Porque
os interesses, as necessidades, os projetos de uma mãe e
de
um pai vão se transformando consoante as experiências, os
desafios
e as interações que cada um e os dois vão tendo.
Ser mãe ou pai é um
projeto...
Que
nunca se constrói sem Outros, adulto(s) e criança(s);
Que
pode ser mais fácil ou mais difícil mas que levanta muitas
questões que pode ser útil partilhar;
Que
pode ser mais ou menos refletido mas de que é útil guardar
memória,
seja para relembrar boas etapas, seja para evitar más
experiências.
A
experiência de ser pai ou mãe é única a cada indivíduo, às circunstâncias que
enquadram a preparação e a emergência da parentalidade e a cada criança.
Madalena Alarcão
Coimbra, 17 de agosto de 2014
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
10 motivos pelos quais a palmada não funciona!
“Dói-me mais a mim do que a ele”, este é um dos muitos mitos acerca da
palmada. Vale a pena pensar no poder de uma palmada e no que fica depois da dor
passar. Não numa década mas acredita-se que vamos evoluir para a fase em que
a palmada deixará de ser um tópico porque as
pessoas também evoluíram e não a vêem como opção.
Qual é ela? Funciona no imediato!
As más notícias quais são? É que funciona a curto prazo, ou seja, funciona
naquela situação específica e funciona durante pouco tempo. Porquê? Porque
vamos percebendo que não é por bater que o nosso filho não vai fazer aquilo que
nós não queremos que ele faça. O bater pouco garante. Ele faz, nós batemos e,
naquele momento ele pára. Mas continua dali a uma hora, dali a uma semana ou
mês. A má notícia é, portanto, que a palmada não
evita o comportamento.
Existem muitos estudos que nos provam uma série de coisas acerca da palmada. Um diz-nos que a zona do medo é maior em crianças
cujos pais batem (acerca da palmada terapêutica
ou sacode o pó, podes ler mais abaixo). Outros estudos dizem que pais que não
apanharam quando eram miúdos não têm como opção a palmada porque
sentem que isso os desrespeita e desrespeita os filhos. É bom de notar que em
lares onde não se usou esta opção, os filhos não a usam mais tarde. Finalmente,
comportamento gera comportamento. Qual é que escolhes?
Não deixa de ser uma frase irónica e hipócrita. Esta frase ensina que, porque
eu sou maior que tu então ‘toma lá que é para aprenderes.’ Ensina então que é a
lei do mais forte sobre o mais fraco que é a melhor. Não ensina nada em relação
a firmeza e a assertividade - elementos chaves para a construção de uma
personalidade segura e que todos os pais desejam que os filhos tenham.
Devia ser obrigatório todos fazermos alguma formação de desenvolvimento pessoal
ou lermos sobre o assunto porque - e embora isto possa parecer estranho - a
verdade é que cada um de nós é que escolhe o seu comportamento. O que é que eu
quero dizer com isto? Não é a criança que me põe doida. Eu é que não aprendi
ainda a gerir as minhas emoções, ainda não aprendi a lidar com as minhas
frustrações e, então, rebento e bato. Porque, supostamente, tu me puseste
assim… Vale a pena pensar nisto, não vale? Serás tu ou serei eu?
Muitos de nós acreditamos que não é possível educar sem fazer a criança sofrer.
E, embora não o queiramos fazer, acreditamos que há alturas em que isso é
absolutamente necessário. Quais são essas alturas?
ii) A criança precisa de saber obedecer.
iii) A criança precisa de saber que não pode ter tudo o que quer.
Será? Ou será assim:
i)A
criança precisa de saber que tem um adulto que sabe o que está a fazer e que é
emocionalmente madura.ii)A criança precisa de saber que é escutada, que é importante escutar. Nós, adultos, devemos oferecer-lhe as oportunidades para que ela possa cooperar.
iii)A criança precisa de saber que os limites são construtores e servem para
assegurar a sua segurança física e emocional. Nós, adultos, precisamos de nos
lembrar que o mimo não estraga. O que estraga é a falta de limites.
"revolto-me, afasto-me de ti, procuro pessoas e influências na justa oposição de
quem tu és". É assim com todos, sobretudo com as crianças.
“me aninho, me fecho e tenho medo - deixo
de pensar por mim, deixo de sentir valor e de me sentir capaz. Torno-me um
trapo, submisso, sem vontade e sem capacidade de me encontrar.”
7. Desenvolvimento
cerebral
Pois é, lá tinham de vir estes estudos - e repara que deixei isto quase para o
fim porque qualquer um dos pontos acima são já bastante óbvios. E sim, é
verdade que crianças que apanham têm a área do cérebro referente ao medo e aos
alarmes maior. Valerá a pena fazer com que os nossos filhos estejam
constantemente em estado de alerta, com tudo o que isso acarreta (libertação de
mais cortisol, batimentos cardíacos mais elevados, estado de stress
constante?).8. Mas uma palmadinha na hora certa
9. Mas uma palmadinha na hora certa - versão 2
A questão é: como é que eu me quero ver enquanto pai? Quero ver-me como uma
pessoa que soube lidar com as situações próprias do crescimento de uma criança
ou como aquela cuja criança era um embaraço? Quero ser fonte de inspiração? Ou
quero criar uma relação sem grande significado? Se dá mais trabalho passar a
usar a Parentalidade Positiva? Mas, as boas e maravilhosas notícias são que a
mudança se faz, que fica e que, melhor do que tudo, o que vamos colher é extraordinário!
10. Eu até mereci a palmada que recebi!
Quem, no seu perfeito juízo, acha que merece que lhe batam? Ninguém merece ser
agredido, sobretudo por aqueles que, supostamente, deveriam proteger, ensinar e
direcionar os comportamentos.
O ideal é sermos corrigidos, ensinados por pais que se sabem gerir. Mas, na
falta disso, aceitar ser-se agredido, não pode vir de alguém no seu perfeito
juízo.!
Valerá a pena continuar a dar palmadas?
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