segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

10 motivos pelos quais a palmada não funciona!


Dói-me mais a mim do que a ele”, este é um dos muitos mitos acerca da palmada. Vale a pena pensar no poder de uma palmada e no que fica depois da dor passar. Não numa década mas acredita-se que vamos evoluir para a fase em que a palmada deixará de ser um tópico porque as pessoas também evoluíram e não a vêem como opção.

1. A palmada só tem uma coisa positiva

Qual é ela? Funciona no imediato!
As más notícias quais são? É que funciona a curto prazo, ou seja, funciona naquela situação específica e funciona durante pouco tempo. Porquê? Porque vamos percebendo que não é por bater que o nosso filho não vai fazer aquilo que nós não queremos que ele faça. O bater pouco garante. Ele faz, nós batemos e, naquele momento ele pára. Mas continua dali a uma hora, dali a uma semana ou mês. A má notícia é, portanto, que a palmada não evita o comportamento.

2. Os estudos

Existem muitos estudos que nos provam uma série de coisas acerca da palmada. Um diz-nos que a zona do medo é maior em crianças cujos pais batem (acerca da palmada terapêutica ou sacode o pó, podes ler mais abaixo). Outros estudos dizem que pais que não apanharam quando eram miúdos não têm como opção a palmada porque sentem que isso os desrespeita e desrespeita os filhos. É bom de notar que em lares onde não se usou esta opção, os filhos não a usam mais tarde. Finalmente, comportamento gera comportamento. Qual é que escolhes?


3. Bato em ti porque bateste no teu irmão

Não deixa de ser uma frase irónica e hipócrita. Esta frase ensina que, porque eu sou maior que tu então ‘toma lá que é para aprenderes.’ Ensina então que é a lei do mais forte sobre o mais fraco que é a melhor. Não ensina nada em relação a firmeza e a assertividade - elementos chaves para a construção de uma personalidade segura e que todos os pais desejam que os filhos tenham.


4. Bato em ti porque me pões doida

Devia ser obrigatório todos fazermos alguma formação de desenvolvimento pessoal ou lermos sobre o assunto porque - e embora isto possa parecer estranho - a verdade é que cada um de nós é que escolhe o seu comportamento. O que é que eu quero dizer com isto? Não é a criança que me põe doida. Eu é que não aprendi ainda a gerir as minhas emoções, ainda não aprendi a lidar com as minhas frustrações e, então, rebento e bato. Porque, supostamente, tu me puseste assim… Vale a pena pensar nisto, não vale? Serás tu ou serei eu?


5. Dói-me mais a mim do que a ti

Muitos de nós acreditamos que não é possível educar sem fazer a criança sofrer. E, embora não o queiramos fazer, acreditamos que há alturas em que isso é absolutamente necessário. Quais são essas alturas?


i) A criança precisa de saber que não é ela que manda.

ii) A criança precisa de saber obedecer. 
iii) A criança precisa de saber que não pode ter tudo o que quer.
Será? Ou será assim:
i)A criança precisa de saber que tem um adulto que sabe o que está a fazer e que é emocionalmente madura.
ii)A criança precisa de saber que é escutada, que é importante escutar. Nós, adultos, devemos oferecer-lhe as oportunidades para que ela possa cooperar.
iii)A criança precisa de saber que os limites são construtores e servem para assegurar a sua segurança física e emocional. Nós, adultos, precisamos de nos lembrar que o mimo não estraga. O que estraga é a falta de limites.


6. Quanto mais me bates mais eu…

"revolto-me, afasto-me de ti, procuro pessoas e influências na justa oposição de quem tu és". É assim com todos, sobretudo com as crianças.

me aninho, me fecho e tenho medo - deixo de pensar por mim, deixo de sentir valor e de me sentir capaz. Torno-me um trapo, submisso, sem vontade e sem capacidade de me encontrar.”


7. Desenvolvimento cerebral
Pois é, lá tinham de vir estes estudos - e repara que deixei isto quase para o fim porque qualquer um dos pontos acima são já bastante óbvios. E sim, é verdade que crianças que apanham têm a área do cérebro referente ao medo e aos alarmes maior. Valerá a pena fazer com que os nossos filhos estejam constantemente em estado de alerta, com tudo o que isso acarreta (libertação de mais cortisol, batimentos cardíacos mais elevados, estado de stress constante?).


8. Mas uma palmadinha na hora certa
Se vem mal ao mundo? Pois eu acho que essa não é a questão (mas para isso tens de ler o ponto que se segue). Então se esta palmadinha pequenina, de enxotar o pó é isso mesmo, uma palmadinha que é só para ele ver quem manda, sem intenção de magoar… para que bates? Porque não, em alternativa, agarrar na criança com firmeza (leste firmeza, não é força!) ou tocar nela para a ‘acordar’. Sim, porque na verdade parece que essas palmadas são só uma lembrança para isso mesmo. Acorda. 


9. Mas uma palmadinha na hora certa - versão 2


A questão é: como é que eu me quero ver enquanto pai? Quero ver-me como uma pessoa que soube lidar com as situações próprias do crescimento de uma criança ou como aquela cuja criança era um embaraço? Quero ser fonte de inspiração? Ou quero criar uma relação sem grande significado? Se dá mais trabalho passar a usar a Parentalidade Positiva? Mas, as boas e maravilhosas notícias são que a mudança se faz, que fica e que, melhor do que tudo, o que vamos colher é extraordinário!


10. Eu até mereci a palmada que recebi!


Quem, no seu perfeito juízo, acha que merece que lhe batam? Ninguém merece ser agredido, sobretudo por aqueles que, supostamente, deveriam proteger, ensinar e direcionar os comportamentos. 

O ideal é sermos corrigidos, ensinados por pais que se sabem gerir. Mas, na falta disso, aceitar ser-se agredido, não pode vir de alguém no seu perfeito juízo.!


Valerá a pena continuar a dar palmadas?

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Feliz Ano Novo! Olá 2016!


Recebam juntos o Novo Ano. Organizem ideias e definam objetivos para 2016.
Para todos um FELIZ ANO DE 2016

Postal de natal


Para lembrar a todas as famílias que podem continuar a contar connosco e que queremos que todas tenham um Natal especial e um Novo Ano repleto de esperança, saúde e muita alegria, entregamos/enviamos um Postal de Boas Festas.


Com materiais reciclados construímos o Postal de 2015. 

Festa de Natal!





Na festa de Natal do Centro Social S. Martinho Soalhães juntaram-se os clientes das várias respostas sociais, bem como os pais das crianças de CAFAP. O grupo coral do Centro Social abriu a festa com músicas de Natal e com o apoio solidário do Sr. Jorge – animador musical da freguesia.
O Pai Natal marcou presença obrigatória e distribuiu os presentes preparados na Oficina de Natal a todos os meninos do CAFAP. Para continuarmos a conviver servimos um lanche especial de Natal para todos.   

Passeio de Natal 2015!




O passeio de Natal para as crianças do CAFAP e CATL da Instituição realizou-se no dia 18 de dezembro. De manhã decidimos ir explorar e perceber o que se passava pelo Castelo de Guimarães e pelo Paço dos Duques nesta época natalícia. Da parte de tarde as crianças riram, correram e saltaram sem parar no Kunga Play Park – um parque de diversões nos arredores de Guimarães. Regressaram ensonados, mas felizes e com muitas histórias para contar.  

A magia do Natal!


Este ano, através da nossa Campanha de Natal, ajudamos o PAI NATAL a chegar a casa de 73 crianças deste concelho. 
A Oficina de Natal trabalhou arduamente durante 2 semanas na limpeza e tratamento dos bens recolhidos. 

Queremos deixar um OBRIGADO a todas as pessoas que contribuíram para o sucesso desta campanha, em especial aos nossos Reis Magos das Escolas Básicas e Jardins de Infância da Freguesia de Soalhães (Eiró, Lardosa e S. Salvador)  e Jardim de Infância da Quinta do Casal da Freguesia do Marco. 

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Calendário do Advento



O calendário do advento, é uma tradição que junta as famílias e aumenta o seu vínculo. Contam-se os dias, desde o início do mês de dezembro até ao Natal, antigamente fazia-se com velas mas há muita gente que o faz com a atribuição diária de um doce às crianças (por exemplo um chocolatinho). 


Contudo, Aqui podem encontram um link  com muitas ideias fáceis para se fazer durante estes dias até ao Natal para que o advento seja mais do que um chocolate por dia. São actividades muito simples e fáceis de fazer mesmo nos dias mais atarefados, e que devolvem ao Natal o verdadeiro sentimento de família.